Em março de 2015, a Jambo Sport Business realizou um estudo acerca dos patrocinadores másters dos times que disputaram as cinco principais ligas de futebol na temporada 2014-15, mais as equipes brasileiras e norte-americanas que participaram dos respectivos campeonatos em 2015.
Nos anos de 2021 e 2022, um estudo similar foi elaborado, porém, com uma base maior, a qual contemplou trinta e duas ligas/competições.
Agora, a consultoria apresentou a versão 2025-26 nos mesmos moldes do primeiro estudo em termos de base amostral, todavia com um escopo mais abrangente, pois, em função do histórico construído ao longo de mais de uma década, puderam focar os ciclos e as tendências dentro de uma lógica mercadológica.
Os dados foram coletados até o dia 15 de novembro de 2025, em função disto, as eventuais mudanças de patrocinadores ocorridas posteriormente não foram contempladas.
Em quatro times: Stade Brestois 29 e Strasbourg, da França, Cremonese da Itália e FC Dallas dos EUA-MLS, foi aceita a condição de dois patrocinadores másters. Isso se deveu ao fato destas equipes utilizarem um patrocinador nas partidas que fazem em casa e outro nos jogos realizados no campo dos adversários. A própria venda de réplicas das camisas home, away e third costuma vir com patrocinadores distintos.
Nos casos em que há mais de um patrocinador estampado no peitoral da camisa, o estudo optou por considerar apenas um deles, sendo este determinado em função da melhor visualização em termos do espaço ocupado, ou seja, há uma certa dose de subjetividade nessa definição. Todavia, o número de casos é irrisório, pois, ainda que 43% dos países da amostra permitam a presença de mais de uma marca na parte frontal da camisa, não são todos os clubes que optam por exercer esse direito.
A análise destaca que a concentração de setores nos países costuma ocorrer numa espécie de ondas e nem sempre de forma global, até porque as legislações e movimentos econômicos variam de país para país.
- As das empresas do setor de eletroeletrônicos trabalhando o awareness internacional de suas marcas.
- O setor de telecomunicações se expandindo após as privatizações na Europa.
- Os bancos e as companhias aéreas asiáticas visando o mercado globalizado.
- As criptos buscando legitimidade e base de usuários.
- As casas de apostas com enorme capacidade de investimento em função das altas margens.
O estudo analisa também individualmente cada um dos campeonatos e os patrocinadores másters dos times participantes, o que, inclusive, renderá vários artigos para a nossa plataforma.
A partir daí, muitas reflexões poderão ser feitas acerca dos próximos setores dominantes, até porque as restrições às apostas que vemos na Europa trarão certamente novos players para indústria do futebol.
Streaming? Comércio eletrônico? Sustentabilidade?
Como será o amanhã?
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